ONGS, RADICALISMO ECOLÓGICO E INTERESSES NACIONAIS – II

Este é o segundo artigo de uma série que pretendemos escrever, comentando a presença do Brasil na abertura da Assembleia Geral da ONU, e as repercussões do discurso do presidente Jair Bolsonaro naquela reunião, a 24 de setembro deste ano (veja a íntegra em https://www.youtube.com/watch?v=qrdbc5vdA4M).

Quem acompanha a política internacional sabe que a partir do desmoronamento União Soviética em 1991, os Partidos Comunistas do mundo inteiro foram rechaçados pelo seu eleitorado, e se homiziaram nos partidos verdes da Europa, a fim de prosseguir em sua luta anticapitalista. A este propósito, Václav Klaus, ex-presidente da República Tcheca, oriundo ele próprio do comunismo, escreveu em seu livro Planeta Azul em Algemas Verdes: “Não é o clima, mas a liberdade que corre perigo”. Ele sabe quanto custou à sua pátria a ação dos comunistas. Hoje o foco deles é atribuir a degradação ambiental ao capitalismo. Bjorn Lomborg, ex-integrante do Green Peace, ambientalista e professor de Estatística na cadeira de Ciências Políticas da Universidade Aarhus, na Dinamarca, escreveu o livro, O Ambientalista Cético, considerado a melhor réplica às previsões apocalípticas propaladas por ambientalistas radicais. Nele critica a visão comunista da degradação ambiental, e a qualifica de ladainha ambientalista desprovida de respaldo científico.

DISCURSO DE BOLSONARO NA ONU

O Presidente dirigiu-se às nações reunidas na Assembleia Geral da ONU com um discurso culto, refinado, franco, claro e direto. Mostrou a que veio. As repercussões dentro e fora da ONU estão sendo acaloradas. Mostrou que conhece as hostes esquerdistas. Sabe que são especialistas em conquistar nações, pela força, se necessário, para depois desconstruí-las. Seu discurso, quase épico, embora em tom e gestual moderados, foi candente quando necessário.

Os cristãos brasileiros exercemos, conscientemente, papel destacado na eleição de Bolsonaro. E o fizemos porque vimos claramente um conjunto de forças destrutivas instaladas no Brasil com os mesmos propósitos que as levaram a roubar, matar e destruir em outras latitudes, dentro e fora das Américas. Não é preciso ir longe para entender a reação dessas forças ao patriotismo do presidente. Tentaram até matá-lo durante a campanha eleitoral. Elas consideram que o patriotismo é o último refúgio dos canalhas, como escreveu conhecido líder das esquerdas universitárias.

Cremos profundamente que Deus é o Senhor da História. A leitura da Bíblia demonstra que, quando se trata de realizar seus projetos, Deus pode chamar santos, heróis ou patriotas, como constatamos no livro bíblico dos Juízes. Por isto participamos da visão libertadora de Bolsonaro. Não temos partido, nem somos ativistas políticos. Mas enquanto no mundo, seremos sempre cidadãos patriotas do nosso amado Brasil.

Pr. Paulo Ferreira
Paulo Ferreira é Pastor na Assembleia de Deus no Rio de Janeiro. Oficial Superior da Marinha. Diplomado em Altos Estudos de Política e Estratégia pela Escola Superior de Guerra (ESG). Ex-Conselheiro Militar da Organização dos Estados Americanos (OEA).

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