A Verdadeira Realidade

O movimento migratório que ocorre em vários países do mundo, notadamente no Oriente Médio, norte da África no sentido do continente europeu, onde milhões de pessoas fugindo das guerras e perseguição religiosa, buscam desesperadamente escapar com vida para viver com dignidade. Estudiosos afirmam ser este o maior deslocamento de refugiados após a Segunda Guerra Mundial e a Primavera Árabe.

Este fato faz-me lembrar do evangelista Marcos, que diz o seguinte: “E Jesus, saindo, viu uma grande multidão, e teve compaixão deles, porque eram como ovelhas que não têm pastor, e começou a ensinar-lhes muitas coisas” (Mc 6:34). Para que tenhamos uma visão mais nítida do fato, recorremos ao evangelho de Mateus que registra desta maneira: “E Jesus, saindo, viu uma grande multidão e, possuído de íntima compaixão para com ela curou os seus enfermos” (Mt 14:14); ambas passagens se refere aos fatos que precederam a primeira multiplicação dos pães.

Fica claro que o sentimento de amor do coração do mestre amado era e continua e sendo em favor dos que não têm esperança, dos menos favorecidos pela sorte, doentes e famintos

A igreja não pode se omitir neste momento crucial pelo qual o mundo passa. É bem verdade que a força missionária não está preparada para encarar este desafio, mas fomos alertados que o tempo missionário é do Brasil, entretanto estamos apáticos ante as profundas transformações sociais, políticas e religiosas que ocorrem no mundo. Milhões de refugiados como ovelhas que não têm pastor atravessam desesperadamente mares e países em busca da preservação da vida e um viver com dignidade. Eles vêm com sua cultura, língua e religião milenar (Islamismo) e encontra uma Europa indiferente ao evangelho, materialista e espiritualmente fragilizada, é evidente que sabemos qual será o resultado, o crescimento vertiginoso do islamismo.

Este seria o momento estratégico para que a Igreja brasileira possuísse bases missionárias na Europa, em países onde não há restrição ao evangelho, missionários vocacionados, chamados e preparados por Deus, cheios do Espírito Santo para libertar milhares de almas do poder das trevas, treiná-las e posteriormente enviá-las como missionários autóctones a sua nação Nós temos obreiros treinados, recurso financeiro não falta, temos o conhecimento e capacidade dada por Deus para influenciar o mundo com a mensagem do Evangelho. Falta-nos íntima compaixão pelas almas perdidas, pela multidão que perambula entre as nações, como ovelha que não têm pastor.

Estamos de olhos fechados e quando abrimos olhamos para os próprios pés, precisamos pedir a Deus que dirija os nosso olhar para ver que os campos já estão brancos para a ceifa.

É imperativo que tomemos a decisão, de cumprir a ordem do Mestre amado de ir até aos confins da terra, alcançar os que nunca ouviram o evangelho de salvação e que sem esperança estão a deriva como um barco no mar, sem leme, a mercê de ondas impetuosas que os impele para perdição eterna. Que o Senhor tenha misericórdia de sua Igreja, para que não venhamos repetir o que está acontecendo nos países do hemisfério norte.

 

Pr. ANISIO DO NASCIMENTO

Diretor Executivo

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